quinta-feira, 12 de abril de 2012

Times de botão

No blog coleçãodebotoes pude encontrar um raríssimo exemplar do nosso ASA. Trata-se de um original time de futebol de botão da marca BOLAGOL, provavelmente dos anos 60, que enche os olhos pela beleza e por exibir um belo escudo utilizado pelo clube nos anos 60 e 70.

É, sem dúvida, uma peça rara, conforme foto abaixo, que merece figurar com destaque aqui no museu virtual dedicado ao alvinegro.





O blogueiro coleçãodebotoes está de parabéns pela vasta coleção e por esse bonito time do ASA.


A minha paixão por botões é antiga e remete aos tempos de infância. Jogava com meus botões de galalite doados por primos de Brasília ou comprados com meu pai em Recife em uma velha banca de revista perto do INSS no Centro da capital pernambucana.


Montei o ASA abaixo nos anos 80, com destaque para o goleiro Évio (que encaixava as bolas graças ao mecanismo de "boca aberta" criado pelo primo Pedro) e o meia Berinho. Somente oito botões porque os dois beques eram grandões que jogavam por qualquer time.






Depois, já nos anos 2000, fiz o time abaixo, em homenagem aos craques da safra 94/95 formada exclusivamente por jogadores das categorias de base.

É um time "profissional" para a regra 12 toques e que depois de muito treino sagrou-se terceiro colocado no Campeonato Alagoano da referida regra em 2009.





Futebol de botão, uma grande paixão, e esses times do nosso alvinegro são peças que merecem lugar de destaque no Memorabiliasa.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Professor Zezinho Nascimento, atleta, técnico e eterno presidente.

                                 Nosso herói carregando a tocha nos Jogos Escolares


No início da década de 90, o ASA passaria por uma grande crise. A maior crise que acompanhei. Tivemos torcedores-políticos e os maiores empresários (também torcedores) da cidade (os homens mais endinheirados da região) na presidência do ASA, mas todos estavam decepcionados com o futebol. E nenhum deles conseguiu o objetivo que era fazer o ASA novamente campeão.

A luta para sair do jejum de títulos tinha sido em vão e o clima era de profunda decepção. No final de 1993, a diretoria alvinegra invadiu o gramado e impediu a cobrança de um pênalti. Depois todos abandonaram o estádio Coaracy da Mata Fonseca, inclusive os jogadores, em protesto contra a arbitragem. Renúncia coletiva e o clube ficou quase sem ninguém.

Mas a força da torcida vez com que o Gigante não perecesse. Alguns torcedores se juntaram e passaram a apoiar o trabalho quase solitário do Professor de Educação Física José Nascimento, o Professor Zezinho.

Eis que o ex-atleta e profundo conhecedor do clube, o Professor Zezinho, foi guinado para a condição de presidente e técnico.

Para quem não sabe, o Professor Zezinho Nascimento chegou de Caruaru para a Arapiraca na década de 60 para ser atleta do nosso ASA. De Arapiraca não mais saiu. Formou-se em educação física e passou a cuidar das categorias de base do ASA.

Professor Zezinho fez um trabalho hérculeo na presidência-executiva e não deixou o sonho morrer. Por dois anos foi presidente (1994 e 1995), montando equipes com jogadores locais e com o apoio dos torcedores. Revelou jogadores como Nem (que depois jogou na Portuguesa-SP) e negociou craques como Laelson, então com 17 anos (hoje técnico de futebol Laelson Lima) com o futebol português por alguns pares de chuteira.

Assim, com o apoio da torcida que se cotizava para comprar uniformes e alimentos para os atletas, o nosso Professor Zezinho salvou o ASA. Presidente Zezinho Nascimento, então com mais de 50 anos, chegou a se auto-inscrever como atleta na federação para que o ASA pudesse ter o número mínimo de jogadores para iniciar o campeonato.

Então, existem vários heróis na história do ASA, mas o Professor Zezinho talvez seja o maior deles. Atleta, técnico e presidente. Tudo de uma só vez.

O clube adentrou aos gramados nas temporadas de 1994 e 1995 com raça e dava orgulho de ver jogadores tão obstinados como Edmilson, James, Etinha, Cocada, Tata, Zé Francisco ("Chico Maravilha"), Roberto, Teté, Marquinhos Girau (melhor jogador do ASA nos anos 90 e responsável pela cobrança de escanteio no gol do título de 2000 assinalado de cabeça por Jaelson), Genildo (símbolo de muita raça que chegava a desmaiar em campo) e tantos outros. Todos da base.

Depois de presidir o clube por dois anos, Professor Zezinho Nascimento, a partir de 1996, voltou a cuidar das categorias de base.

Vendo que o ASA, na ânsia para ser novamente campeão alagoano, pouco dava atenção a base, Professor Zezinho resolveu criar um clube para revelar jogadores e repassá-los ao ASA. Criou o Arapiraca. Daí surgiram outras pérolas como Rodrigo Santos, Jota, entre outros, e o Arapiraca chegou a ser campeão alagoano sub-15 na década de 2000. 

Perguntado em 2006 pelas emissoras de rádio de Maceió se o Arapiraca, campeão alagoano sub-15, tinha interesse em jogar na primeira divisão profissional, Professor Zezinho respondeu: "Fui projetado pelo ASA, tudo que tenho devo ao ASA, gosto do ASA e nunca faria um time para enfrentar o ASA. O Arapiraca é o ASA." Os locutores das emissoras de rádio ficaram embasbacados com a resposta.

Hoje, Professor Zezinho voltou a trabalhar nas categorias de base do ASA. Junto com o nosso conselheiro mais antigo, o Sr. Bertino Mendonça (tema para outro post), os dois trabalham incansavelmente para encontrar novas revelações. E jogadores como Didira, Caíque "Valdívia" e Jorginho, do elenco atual, passaram pelas mãos do nosso eterno Professor Zezinho.

Sempre que encontro com o Professor Zezinho e converso com ele a respeito das duas temporadas (1994 e 1995) que ele comandou o clube, vejo os seus olhos enchendo de lágrimas.

Esse post é um agradecimento ao Professor Zezinho Nascimento porque sem ele e sem o apoio da nossa apaixonada torcida talvez o nosso clube não mais existisse.

Um abraço forte e muito obrigado ao eterno presidente do alvinegro!!

Foto: arapiraca.al.gov.br

Vicente Categoria, atleta, torcedor-símbolo e pesquisador



Encontrar o Vicente Categoria era sempre muito divertido. Colecionador de tudo a respeito do ASA, fotos, posters, camisas e todas as memorabilias possíveis, Vicente era uma figura humana extraordinária. Suas histórias sobre as duas partidas que vestiu a camisa do ASA como jogador profissional, suas embaixadinhas, suas reportagens em que foi protaganista de vários canais de televisão e jornais, enfim, eram horas e horas de conversas sempre fantásticas.

A coleção de Vicente Categoria sobre o ASA daria para encher vários HD´s e não caberia aqui nesse pequeno museu virtual. De tanto material que tinha, Vicente Categoria acabou sendo convidado pelo Munícípio de Arapiraca, de forma mais do que justa,  para adminstrar o Museu dos Esportes da nossa cidade localizado no Estádio Coaracy da Mata Fonseca.

Lá ele pôde ter uma estrutura para guardar e exibir o vasto material e passou os seus últimos anos feliz da vida. No Museu dos Esportes, além do material do Vicente Categoria, foram devidamente guardadas as taças do ASA e o nosso querido torcedor-símbolo podia cuidar de tudo com muito zelo.

E ele me mostrava fotos do Vica pelo Fluminense e dizia que o Vica não podia sair do ASA nunca. Mostrava fotos do Garrincha vestindo o manto alvinegro. Mostrou-me o primeiro troféu do ASA, do título de 1953, estava muito feliz em poder administrar o museu.

Mas Vicente Categoria de repente nos deixou no início de 2011. Fica a saudade e orgulho de termos um torcedor-símbolo que representava como ninguém a nossa torcida: fiel, apaixonado e zeloso pelo clube.


Antes de sua morte, eu havia feito um texto para ser disponibilizado na seção de grandes torcedores do site oficial do clube, com base em informações das diversas matérias sobre o nosso torcedor-símbolo. Os primeiros torcedores homenageados foram Paulo Lima e Zé da Galera. O próximo seria o eterno Vicente Categoria. Mas a seção acabou sendo extinta com a reformulação do site. No entanto, o texto segue abaixo, em agradecimento por todo o trabalho do grande Vicente Categoria.



VICENTE CATEGORIA


Vicente Categoria é um dos maiores torcedores do ASA. Colecionador ávido, dispõe de amplo acervo de camisas, fotografias e reportagens do alvinegro. Ainda jovem, atuou por duas partidas como atleta da Agremiação Sportiva Arapiraquense. Sua habilidade o fez ficar conhecido como “patrão da bola” e “rei das embaixadas”. Não continuou a carreira como jogador profissional por ordem paterna, mas não abandonou a paixão pelo ASA.

O vasto acervo de materiais relacionado ao alvinegro de Vicente Categoria foi levado ao Museu dos Esportes, inaugurado em 2005, localizado no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, que junto aos troféus do ASA, compõem um bonito espaço destinado aos torcedores com a história do futebol de Arapiraca.

E é sempre extremamente prazeroso passar longas horas conversando com Vicente Categoria, que hoje administra o museu dos esportes, relembrando craques e fatos, olhando as fotos e as taças que marcam a rica história alvinegra.

Foto: Arapiraca Legal.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Crônica: ASA, o mesmo Gigante de sempre!

Clube Social - patrimônio histórico do Gigante



“Oh craques da Sportiva, o ASA gigante tornai”. Eis o trecho da obra de arte que é o hino do ASA, composto na década de 70 pelo Maestro Jovelino Lima, com letra do Professor Pedro Reis. Gigante sempre fomos. Está no hino. O hino, a grandeza histórica, o patrimônio, a torcida, tudo sempre existiu.

O Sr. Lauthenay Perdigão, o maior historiador do futebol alagoano, conhecedor profundo do nosso futebol e responsável pelo Museu dos Esportes, já disse em várias entrevistas que “o ASA sempre foi grande e sempre montou times competitivos”. E desconheço quem possa ousar discordar do Sr. Lauthenay Perdigão.

Mas realmente não há o que discordar. Se olharmos as médias de público do ASA no século passado, veremos as mesmas médias ou até maiores que as médias de público atuais. Basta observar as fotos antigas e veremos o velho Fumeirão abarrotado de torcedores.

Se formos olhar pelo prisma do patrimônio, o ASA é proprietário de um enorme imóvel-sede localizado no centro de Arapiraca, de alto valor comercial, fincando as raízes da agremiação como clube social.

Por último, se formos olhar pela história nos gramados, o ASA, ainda no século passado jogou as três divisões do campeonato brasileiro, foi campeão alagoano em 1953, por diversas vezes foi vice-campeão, sempre montou times fortes e disputou os campeonatos palmo a palmo com os seus adversários.

Portanto, o ASA sempre foi grande, sempre foi o clube de massa, o clube do povo em Arapiraca. Outros clubes até apareceram na cidade, alguns até se profissionalizaram e disputaram campeonatos. Mas não sobreviveram. Não tiveram e não têm a mesma força da marca ASA de Arapiraca perante o povo.

Assim, o ASA, gigante e incólume, ano após ano, veio disputando os campeonatos, sempre com a massa adentrando ao Coaracy da Mata Fonseca, “o Campo do ASA”, esperançosa para que enfim pudesse novamente soltar o grito de “é campeão!”.

Então, sendo um grande clube desde as raízes, o que tem feito a diferença do século passado, quando carregávamos a pecha de time perdedor, para o século XXI, quando passamos a ser um clube vencedor e ganhador de títulos?

Ora, a diferença do ASA do século passado para o ASA da atualidade é muito simples: o amadurecimento do clube.

O ASA, antes de 2000, tinha uma auto-suficiência que não lhe permitia visualizar as próprias falhas. Isolava-se em si mesmo. Não participava ativamente das decisões na Federação Alagoana de Futebol. Entendia que bastava montar bons elencos para conquistar os títulos.

A ascensão de alguns diretores, que vivenciaram o dia a dia e sabiam das dificuldades, para o cargo de presidência foi fundamental. Esses diretores, que pós-2000 passaram a exercer a presidência, acompanharam de perto as agruras dos antecessores e não cometeram os mesmos erros.

Sim, porque aqueles que pensam que alvinegros como Luciano Machado (presidente bicampeão em 2000/2001), Noel Alves (presidente campeão em 2005), José Oliveira (atual presidente e campeão em 2011) são figuras que caíram de pára-quedas no ASA estão profundamente enganados. Todos eles participaram ativamente das gestões anteriores a 2000, em diversos cargos, e estão no clube desde o final dos anos 80.

Um clube de futebol ou qualquer outra pessoa jurídica é formado por pessoas. Não há como dissociar as pessoas que formam a entidade da própria entidade. E as pessoas que formam o ASA são pessoas maduras que vivenciaram as derrotas e aprenderam com os erros do passado.

Então, devemos observar o ASA a partir do ano 2000, não como um clube que cresceu, porque gigante sempre fomos, mas sim um clube que amadureceu.

E esse amadurecimento de diretores que estão no clube, de uma maneira ou de outra, desde jovens, fez com que o isolamento e a auto-suficiência do ASA não mais existisse. Assim, amadurecido, o ASA passou a participar ativamente das decisões que são tomadas no futebol alagoano e passou a não cometer os mesmos erros.

De resto, o clube não mudou. O patrimônio continua lá com o mesmo clube social (sendo que este patrimônio foi aumentado com a compra de um terreno para o Centro de Treinamento na zona rural de Arapiraca), a torcida continua fiel e o palco ainda é o de sempre: Estádio Coaracy da Mata Fonseca no mesmo local, o Fumeirão, hoje ampliado e mais bonito.

É fato, portanto, que o ASA sempre se impôs pela sua grandeza histórica e pela força da sua torcida. Mas hoje se impõe também por ser um clube vencedor.

E passamos a ser vencedores com a bola de Jaelson que entrou nas redes aos 25 (vinte e cinco) minutos do segundo tempo, na memorável partida de 9 de julho de 2000. Mas aquela bola não entrou por acaso e foi fruto do amadurecimento na gestão do clube.

                                                     Coaracy da Mata Fonseca lotado

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O Compacto



Outro dia estava limpando minha coleção de vinis e me deparo com essa preciosidade. Eu sabia que tinha esse compacto, mas não sabia onde estava. Como tenho poucos compactos , certamente é difícil localizá-los diante dos vários LPS.

Mas ele estava lá. Encartado em um LP. É talvez o mais desejado objeto para um torcedor alvinegro e certamente uma grande relíquia para o nosso museu virtual.

Lançado em 1979, no auge da campanha na Série A daquele ano, traz um desenho inconfundível do artista Ismael Pereira na capa com um atleta vestindo o manto sagrado com "garbo varonil". E quem seria esse atleta? Não, não é ninguém específico. É apenas o traço magistral do Ismael Pereira, que tem como uma de suas marcas essas imagens de figuras caricaturescas em quadros, desenhos e esculturas. E, ao lado, o escudo original, magnífico, criado pelo mesmo artista.

Na contracapa observamos na FACE A o hino do clube, denominado ASA GIGANTE. Linda letra do Professor Pedro Reis com melodia inspirada do Maestro Jovelino Lima (que continua assistindo aos jogos quase que anonimamente pelas arquibancadas). Ao tocarmos esse Lado A e ouvindo a versão original e inconfundível do nosso hino constatamos que se trata de uma obra de arte, uma linda marcha de carnaval, cantada por Claudionor Germano e executada pela Orquestra do Maestro Jovelino. A letra do hino merece um post à parte. E na FACE B  há um frevo de Lourival Oliveira, denominado BAIÃO DE FREVO, também executado pela Orquestra do Maestro Jovelino.

A "surpresa" do Lado B é que ele abre, antes do frevo, com um gol narrado pela "voz do ASA", Nelson Filho. É um gol antológico do maior artilheiro da nossa história, Freitas, com uma sucessão de bolas na trave até o desfecho com o alívio do nosso ex-presidente e narrador "Explosão do Nordeste" ao ver a bola entrando e finalmente gritar "E que GOOOOOOOOOOLLL!!!!". E no final do Lado B, após o frevo, outra "surpresa", um gol do ASA narrado pelo inconfundível vozeirão do Arivaldo Maia, uma lenda viva do rádio alagoano.

Ainda na contracapa há um agradecimento do produtor do disco, a empresa Do-ré-mi Som, à torcida Organizada Goleasa. Goleasa foi a primeira torcida organizada do ASA, que esteve ativa nos anos 70 e 80. A sua charanga com metais embalava a todos com um ritmo pulsante. Era muito divertida e eu gostava bastante.

E, por fim, constato (também na contracapa) que esse compacto foi lançado pela "fábrica de discos rozenblit ltda.", assim mesmo em letras minúsculas, antológica gravadora de Recife, responsável por grandes discos de Capiba, Zé Ramalho e do próprio Claudionor Germano. Trata-se de um lendário selo de frevo que dominou o mercado pernambucano, atingindo boa parte do mercado nacional. Daí a qualidade da bolachinha como um todo, arte, capa e o vinil propriamente dito.

Linda peça audiófila que é, sem dúvida, uma grande estrela do nosso museu.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Mestre Epitácio


Mestre Epitácio é uma figura lendária no nosso alvinegro. Roupeiro do clube por mais de cinqüenta anos, esteve presente na conquista do título de 1953 e no bicampeonato de 2000/2001.

O ofício de Epitácio na rouparia, após aposentadoria em 2002, foi repassado ao seu filho, Adriano, que por quase dez anos também foi roupeiro do nosso ASA. Adriano era o roupeiro do clube no acesso de 2009 à Série B, lá no Acre, e decerto Epitácio também estava presente nessa conquista na figura do seu filho.

Juntos, Epitácio e Adriano, são figuras presentes nos sessenta anos de história do ASA, sexagenário a partir de 2012. Então, nada melhor do que abrir o museu em 2012 com a imagem do primeiro funcionário do ASA.

Epitácio hoje curte a sua aposentadoria. Ele foi o funcionário que mais tempo permaneceu no ASA.  Imagem marcante que pode ser reconhecida nos posters dos nossos primeiros títulos.

Foto: Revista Prata da Casa de Fernando Valões e Cláudio Barbosa

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Flâmula


Ela está pendurada no mesmo quarto há mais de trinta anos. Testemunha de alegrias e derrotas. A flâmula alvinegra, com o escudo original do artista Ismael Pereira. No detalhe, grafado o nome do artista e o nome do presidente, Geraldo Lima.

Aliás, escudo, hino, flâmula, a vida do nosso ASA é marcada por grandes obras de arte. Ainda destrincharei aqui no blog o significado do nosso escudo. Essas listras, essas estrelas, essa meia-lua, tudo tem uma explicação.

Por enquanto, admiremos a flâmula do "Fantasma das Alagoas".